No dia 7 de outubro, durante os cultos comunitários da FaTeo (nos períodos matutino e noturno), a professora Margarida Ribeiro estará lançando seu livro Rastros e Rostos do Protestantismo Brasileiro: uma historiografia de mulheres metodistas.
Este livro é o resultado de uma pesquisa de doutorado em Ciências da Religião, na área de Teologia e História. A professora Margarida Ribeiro, que também é coordenadora do Programa de Extensão e do Centro Otília Chaves, da FaTeo, apresenta mulheres atuantes no chamado protestantismo histórico, principalmente vinculadas à Igreja Metodista no Brasil.
O livro da professora Margarida visibiliza especialmente mulheres leigas e suas redes, geralmente informais, de articulação e chama a atenção para o seu papel na construção destas comunidades de fé.
O foco principal é a década de 30 (ano em que a Igreja Metodista constituiu-se como instituição autônoma, desvinculando-se formalmente de sua congênere nos Estados Unidos) até 1970/71, quando mulheres metodistas passam a ser admitidas no presbiterato, ou seja, podem solicitar a ordenação ao pastorado.
Além de demonstrar aspectos da atuação de mulheres no protestantismo brasileiro, a pesquisa pretende contribuir para uma avaliação crítica da mentalidade de mulheres sobre sua atuação no campo religioso brasileiro.
Editado pela Oikos, o livro pode ser adquirido na Livraria da Editeo.
Rua do Sacramento, 230, Rudge Ramos
09640-000 São Bernardo do Campo SP
No dia 7 de outubro, durante os cultos comunitários da FaTeo (nos períodos matutino e noturno), a professora Margarida Ribeiro estará lançando seu livro Rastros e Rostos do Protestantismo Brasileiro: uma historiografia de mulheres metodistas.
Este livro é o resultado de uma pesquisa de doutorado em Ciências da Religião, na área de Teologia e História. A professora Margarida Ribeiro, que também é coordenadora do Programa de Extensão e do Centro Otília Chaves, da FaTeo, apresenta mulheres atuantes no chamado protestantismo histórico, principalmente vinculadas à Igreja Metodista no Brasil.
O livro da professora Margarida visibiliza especialmente mulheres leigas e suas redes, geralmente informais, de articulação e chama a atenção para o seu papel na construção destas comunidades de fé.
O foco principal é a década de 30 (ano em que a Igreja Metodista constituiu-se como instituição autônoma, desvinculando-se formalmente de sua congênere nos Estados Unidos) até 1970/71, quando mulheres metodistas passam a ser admitidas no presbiterato, ou seja, podem solicitar a ordenação ao pastorado.
Além de demonstrar aspectos da atuação de mulheres no protestantismo brasileiro, a pesquisa pretende contribuir para uma avaliação crítica da mentalidade de mulheres sobre sua atuação no campo religioso brasileiro.
Editado pela Oikos, o livro pode ser adquirido na Livraria da Editeo.
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Tel (11) 4366-5012/4366-5787 Fax (11) 4366-5988
E-mail: livrariaediteo@metodista.br
SITE: http://www.livrariaediteo.com.br/
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
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